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Bruno é ‘disputado’ entre presos para jogar em time de futebol

Contagem (Minas Gerais) – Mal chegou na Penitenciária Nelson Hungria, em Nova Contagem, Minas Gerais, e o goleiro Bruno passou de principal acusado da morte da ex-amante Eliza Samudio para celebridade entre os detentos. Informações de parentes de presidiários dão conta de que o atleta está sendo disputado entre os presos para integrar um dos times de futebol da penitenciária.

Foto: André Mourão / Agência O Dia

Além disso, mulheres que fizeram visitas aos parentes no presídio, na tarde deste sábado, disseram estar animadas com o mais novo integrante do espaço. Algumas mostraram estar empolgadas com o detento ilustre.

Presos como suspeitos do crime, Bruno, o amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, “Macarrão”, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, “Neném”, não poderão receber visitas e nem tomar banho de sol, por pelo menos 15 dias. Por enquanto, eles só terão contato com os advogados. Este sábado foi o primeiro que Bruno passou no pavilhão de triagem na penitenciária localizada em Nova Contagem, Minas Gerais.

A mãe de Eliza Samudio, Sônia Fátima Moura, está com a guarda no neto. Ela disse neste sábado, que não vai mudar o nome da criança, já que era um desejo de sua filha que o bebê tivesse o mesmo nome do suposto pai, Bruno. Sônia Moura também afirmou que torce para o goleiro não ser o pai da criança. Ela ainda acrescentou que tem condições de sustentar o neto, sem ajuda financeira do atleta – caso seja comprovada a paternidade.

>> FOTOGALERIA: A cronologia do Caso Eliza Samudio em fotos

A defesa do goleiro Bruno informou que vai contratar o serviço de peritos particulares, médicos legistas e delegados aposentados para que o trabalho apresentado nas investigações da Polícia Civil mineira seja analisado. O advogado do atleta, Ércio Quaresma, informou que vai viajar com sua equipe para Brasília, na próxima segunda-feira, e entrar com uma medida judicial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar o direito de ter acesso ao inquérito policial.

“Nós precisamos ter acesso ao inquérito para saber se tudo foi feito de forma correta”, disse o advogado de Bruno, referindo-se ao trabalho da Polícia Civil mineira.

Ainda de acordo com o advogado, ninguém no Departamento de Investigações de Belo Horizonte o informou por que não estava tendo acesso ao inquérito.

O advogado Rodrigo Braga, que defende Neném, também reclamou neste sábado sobre o fato de não ter tido acesso ao inquérito policial.

“Existem muitas contradições nesse caso porque a polícia está se baseando no depoimento de um menor. Está tudo muito nebuloso nessas investigações. O acusado tem o direito de saber do que está sendo acusado para poder se defender”, concluiu Rodrigo Braga.

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